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quarta-feira, 1 de agosto de 2012

SEXUALIDADE NA ANTIGA GRÉCIA


Hoje eu estava bisbilhotando alguns blogs e achei esse aqui com matérias bem interessantes
http://malvamauvais.wordpress.com, sobre o sexo na antiga Roma, Grécia antiga e idade média.
Bah o que vinha na minha cabeça era só a Grécia quando pensava em orgias das antigas (hahaha) ai li essa matéria da Malva e me diverti aprendendo um pouquinho (não lembro se aprendi isso no colégio ) e rindo de como era feito a função toda sexual ,os caras são sem noção mesmo ,mas tudo ok até ae! No sexo e na guerra vale tudo!!! Achei bem interessante que naquela época não tinha tanto preconceito sobre homossexualismo (como mamãe sempre fala: ninguém tem que se meter na sexualidade alheia, cada um tem o seu e dá pra quem quiser.) sadismo, fetiches e bla.. Achei legal que quando era a hora do sexo era libera geral hahaha e que na Grécia as tias do comércio tinham até vibradores para suas danças eróticas J gostei disso, e não era um tabu como é pra muitas hj enfim ...

Gente e na antiga Roma que bafo era aquele de não tirar a virgindade na first night da garota com o marido? Akkkkkk é cômico! Mas ae apoderar-se do toba da moça podia né? Hahaha tranquilo... e desde de quando pra ser macho tem que ser ativo?? Nossa o machismo pegou ali né ... as amigas gays deveriam ter feito protesto na época hihihi.

Idade media.. o que falo sobre isso ...hmmm fuck off people! Só porque os padres não ‘’transavam’’ ninguém podia gozar? Dá onde? Corpo feminino, território do pecado? hmm pode ser hihihih. Está ae o motivo que inventaram a king size –eu acho né- pra família inteira putiar em cima!!  Bora galera! Egoísmo 0% ahahhaha
Agora só não entendo como chegou esse ‘’puritanismo ‘’ na sociedade, alguém pode explicar a real da real! É ridículo, homofobia? Sexo com tabu? Fetichista? Pessoas doentes e etc ...
Enfim, eu tenho minha opinião, achei bem divertida a antiga Grécia, e é isso galera! Vou postar as matérias!

 Agora, é a vez de invadir a intimidade dos gregos.
Quando se junta “sexo” e “Grécia antiga”, automaticamente vem à cabeça de muita gente a velha crença de que os gregos eram todos chegados em traçar garotinhos.
Esse é um dos grandes equívocos perpetuados pela história.
As informações abaixo foram recolhidas do livro “Amor, Sexo e Casamento na Grécia Antiga”, de Nikos Vrissimtzis. Referem-se basicamente aos atenienses da elite e algumas de suas afirmações, como a total submissão da mulher na antiguidade grega, são questionadas por outros autores. E, cá entre nós, na vida cotidiana as coisas nunca são tão simples quanto nas páginas dos livros, némesmo?
SER PASSIVO ERA VERGONHOSO
A homossexualidade masculina entre dois homens adultos era inaceitável socialmente, o que não quer dizer que não existia. Tal como no caso dos romanos, o passivo era o alvo da condenação  e da vergonha, porque ser penetrado remetia a um papel feminino de submissão (e a sociedade grega era tremendamente machista). Aliás, entre as piores ofensas que se poderia fazer a um cidadão estavam “depravado” e “ânus largo”.
PEDERASTIA NÃO TINHA NADA A VER COM SEXO
Há uma tremenda confusão a respeito da pederastia entre os gregos, que mereceria uma postagem específica, por ser cheia de sutilezas e regras. A pederastia não tinha nada a ver diretamente com homossexualidade nem com pedofilia, do modo como as entendemos atualmente. Era uma ligação de afeto de um homem adulto livre e da elite por um garoto, que tinha função pedagógica na formação de um cidadão da aristocracia. É claro que às vezes rolava sexo e paixão, mas nem por isso a prática era aceita socialmente ou tolerada pelo Estado. Seria inaceitável submeter um filho de família importante à penetração, por exemplo, porque era considerada um ato de violência. Fosse na vagina, no ânus ou na boca, só às mulheres a submissão de serem penetradas seria apropriada.
DILDO, PRODUTO DE EXPORTAÇÃO
As gregas usavam um pênis artificial feito de couro macio, o ólisbos, fabricado na próspera cidade de Mileto e exportado para várias regiões. Não se sabe se o dildo era usado nas relações homossexuais femininas, mas com certeza era usado pelas hetairas, prostitutas de luxo, durante suas apresentações de danças eróticas nos banquetes.
SURUBA SÓ NOS BANQUETES
Hetaira dançando com dois dildos
Falando nos banquetes, a partir do século VI a.C. começaram a aparecer nos vasos e relevos cenas de orgias com sexo oral, anal, ménage à trois, sado-masoquismo, envolvendo homens adultos e hetairas.
Essas surubas não eram amplas, gerais e irrestritas; ao contrário, eram praticadas nos banquetes, no meio da bebedeira, e tinham lá suas regras. Por exemplo, não há uma única cena de homossexualismo e nos chegou apenas uma única cena de um homem fazendo sexo oral em uma mulher.
ESTUPRO DAVA MULTA
Mulheres e crianças, fossem livres ou escravas, eram protegidas do estupro por lei. O agressor pagava multa duplamente, à vítima e ao Estado.
CIRCUNCISÃO ERA MAL VISTA
A circuncisão era considerada grotesca e vergonhosa por gregos e romanos. Os romanos tinhas até um “apelido” mimoso para estrangeiros circuncidados: “esfolados”.
PROSTÍBULOS PAGAVAM TRIBUTO
Os primeiros prostíbulos “oficiais” foram instituídos em Atenas por Sólon, que usou os tributos recolhidos para construir um templo para Afrodite Pandemia, deusa que velava pela prostituição. A idéia era deixar o sexo à disposição dos jovens para preservar as mulheres respeitáveis do adultério.
Essa prostitutas comuns eram escravas, ex-escravas, estrangeiras livres e meninas abandonadas pelos pais, bem como filhas de prostitutas. Era crime alguém incitar uma mulher ateniense à prostituição, bem como vender filhas ou irmãs que fossem cidadãs atenienses. Em grego, a palavra “prostituta” é pórne, que significa “aquela que está à venda”. Daí derivam as palavras “pornografia” e “pornográfico”.
HAVIA PROSTITUIÇÃO SAGRADA
Na rica cidade de Corinto, havia a prostituição sagrada, prática que vinha de sociedades agrárias. As servas sagradas pertenciam a templos dedicados à deusa do amor por toda a vida. Sua função era fazer sexo com quem pagasse, sendo que o dinheiro ficava para o templo. Acreditava-se que assim estaria garantida a fertilidade das mulheres e da terra. Num templo de Afrodite havia mais de mil servas sagradas. E era um serviço caro.

HETAIRAS, AS GUEIXAS DOS GREGOS
As hetairas eram prostitutas de luxo, consideradas companheiras dos homens nas ocasiões em que esposas, filhas e irmãs eram excluídas, devido à rigidez dos costumes em relação às mulheres.
Aliás, ao contrário das hetairas, esposas, filhas e irmãs de cidadãos livres eram pouco instruídas. As prostitutas de luxo eram belas, educadas, tocavam instrumentos musicais e dançavam.
Muitas acompanhavam os debates filosóficos com perspicácia e competência e algumas foram companheiras e/ou discípulas de filósofos, políticos e pessoas influentes. Eram tremendamente bem pagas, viviam em mansões e acumulavam fortunas. Sua origem, porém, era a mesma das prostitutas comuns.
SAFO DE LESBOS NÃO ERA LÉSBICA
Não há indícios de que Safo, atualmente considerada quase que a sacerdotisa do amor homossexual feminino, fosse lésbica, a não ser que usemos a palavra para desginar sua origem (a ilha de Lesbos). A poesia de Safo nos chegou de forma muito fragmentária, mas sabe-se que fazia poemas em homenagem a cada aluna que entrava ou saía da escola para meninas que mantinha (ao contrário do restante da Grécia, havia uma relativa liberdade para mulheres naquela região). Esses fragmentos de poemas podem ter dado origem à crença de que Safo tinha relacionamentos amorosos com mulheres, mas ela também escreveu sobre solidão, velhice, amor e separação. O que se sabe é que Safo foi casada, provavelmente teve uma filha e se matou por causa da rejeição de um homem.

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