Bem vindo ao blog eu e minhas receitas!

Antes de cada comida der gracias a Dios
y bendecian los presentes por ser una
familia maravillosa, para que nosotros
continuáramos siempre unidos y con
buena suerte.

Translate

sábado, 4 de agosto de 2012

NOMES DE MASSAS





 1. Massa recheada, cappelletti. Quando pequenos, chamam-se tortellini. Maiores serão tortellonis ou orecchionis.
2. Massa recheada, ravioli. Quando maiores, chamam-se agnolottis. Quando do tamanho de pastéis, chamam-se torteis, estes em geral recheados com abóbora.
3. Ziti: tubos finos, podem ser tambem tagliati.
4. Linguine: "pequenas línguas". Massa comprida, achatada mas não completamente.
5. Taglierini: massa comprida e fina.
6. Fedelini: massa comprida, mais fina do que taglierini.
7. Gemelli: "gêmeos". Duas tiras de massa que se enrolam uma na outra, cortadas em pedaços.
8. Linguini de legumes, colorida.
9. Conchigliete: pequenas conchinhas.
10. Fusili: tubinhos em forma de espirais.
11. Macaroni: tubinhos curvos.
12. Orzo ou Semi di Melone (sementes de melão): pequenas massas em formato de arroz, usadas principalmente em sopas.
13. Spaghetti: massa comprida. Spaghettoni quando mais grossa, spaghettini quando mais fina.
14. Manicotti: tubos maiores, podem ser recheados.
15. Spaghettini
16. Spirali ou tortiglioni: fusilis compridos.
17. Conchiglie: conchas.
18. Capelli d'angelo: "cabelo de anjo". Massa fininha para sopas ou para pratos doces.
19. Radiatori: massa em forma de radiadores.
20. Fettuccine: massa em forma de fita, em ninhos. Quando mais larga, tagliatelle e fettucce.
21. Penne: "pena". Também chamadas de mostaccioli (pequenos bigodes). Tubos com finais em ângulo. Podem ter riscos na superfície (penne rigati) ou podem ser bem lisas (penne lise). Quando pequeninas, são pennettes.
22. Farfalle: "borboletas". São as famosas massas gravatinhas.
23. Rotelle ou Ruote: "rodas" de carreta.
24. Rigatoni: tubos de tamanho médio.
25. Eliche ou Spirali: pequenos fusilis
26. Lasagne: folhas de massa para lasanha, com borda crespa.
27. Fusilis de legumes, coloridas.
28. Bucattini: em forma de spaguetti, mas furada no centro. Também conhecida por perciatelli.
29. Fettuccine comprida.
30. Lasagne: folhas de massa para lasanha, com borda lisa.
31. Spaghetti de legumes e de farinha integral.
32. Ditalini: "dedaizinhos". Pequenos tubos, curtinhos.
33. Orechietti: "orelinhas".
34. Conchigliette: conchinhas. Também conhecidas por castellane.
35. Gnocchi: "bolinhas cozidas".
36. Caneloni: massa para rechear.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

SEXO NA ANTIGA ROMA

POR RESPEITO, SÓ ANAL
Entre os antigos romanos, era comum que o marido evitasse fazer sexo vaginal com a sua esposa na noite de núpcias, em respeito à sua (dela) natural timidez de moça virgem. Como compensação, ele poderia sodomizá-la. Aí, tudo bem.
NO ESCURINHO
Também entre romanos, não se deveria fazer sexo antes do anoitecer. Durante o dia, era privilégio de recém-casados, logo após as núpcias. Além de só se poder transar à noite, era de bom tom que fosse na penumbra. Um homem honesto só teria a possibilidade de vislumbrar a nudez da amada se a lua passasse na hra certa pela janela aberta.
SÓ VESTIDA
As mulheres honestas da Roma antiga nunca tiravam toda a roupa na hora do sexo. Só as mulheres perdidas transavam sem sutiã; nas pinturas dos bordéis, as prostitutas eram representadas sempre usando essa peça.
COM ESSAS, NUNCA
Era proibido fazer sexo com damas casadas, virgens de boa família, adolescentes de nascimento livre, vestais e com a própria irmã. Rolavam fofocas de que Nero, Calígula e outros haviam transgredido essas regras.
MÃO BOBA? SÓ A ESQUERDA
Antes do cair da noite, eram permitidas as carícias, desde que feitas pela mão esquerda.
PRA SER MACHO, É SÓ SER ATIVO
Entre os gregos e romanos, ser macho era ser ativo, independentemente do sexo do parceiro passivo. Um homem livre cometeria uma infâmia caso fosse passivo numa relação homossexual. A relação homo entre homens adultos livres não era bem vista. No entanto, as pessoas divertiam-se no teatro ou se vangloriavam na alta sociedade de relações homo entre um homem livre (sempre ativo) e um escravo ou um outro homem de condição social inferior. Aí, era considerado um “pecadilho”.
INFÂMIA ERA DAR PRAZER À MULHER
Um homem livre também cometeria uma infâmia caso se colocasse a serviço do prazer feminino.
MENINOS? PRAZER TRANQUILO
Como se sabe, era comum que homens fizessem sexo com meninos. Dizia-se que os meninos propiciavam um prazer tranqüilo, que não “agitava a alma”, enquanto a paixão por mulheres era considerada um mergulho na “escravidão”.
PAIXÃO É QUASE DOENÇA
A paixão amorosa era temida e era vergonhosa. Quando um romano se apaixonava loucamente, seus amigos e até ele mesmo consideravam que moralmente o sujeito caíra na escravidão ou perdera a cabeça por excesso de sensualidade.
AMOR E SEXO ERA PARA JOVENS
Não que os mais velhos não se apaixonassem ou não fizessem sexo, mas era de bom tom mostrar decoro. A literatura latina nos mostra que o amor e o sexo eram considerados próprios aos jovens. A personagem da mulher velha libidinosa era sempre motivo de riso e escárnio na literatura latina, sempre na comédia ou em um gênero poético chamado iambo.


Créditos para o blog http://malvamauvais.wordpress.com valeu pelo apoio!

SEXO NA IDADE MÉDIA

Corpo, território do pecado
Para a igreja, o gozo físico na Idade Média não tinha nada a ver com um prazer racional; era considerado uma força incontrolável, um furor. O corpo feminino era considerado mais suscetível ao pecado e à corrupção, necessitando da vigilância maculina. Não se costumava ficar completamente nu, nem para fazer sexo.
Bendito o fruto entre as mulheres
O centro de uma casa nobre era um casal procriador, cercado de filhos solteiros, parentes e agregados. Porém, o adultério era comum nas famílias nobres e a poligamia era praticada e até admitida. Segundo a literatura, numa casa repletas de irmãs, sogras, tias, primas, cunhadas e outras parentas, só podia rolar incesto. Muitas seriam bastardas (filhas do senhor ou de tios cônegos) e as mais ativas acabavam gerando outras concubinas.
Lua-de-mel antecipada
A noite de núpcias poderia acontecer antes da cerimônia oficial do casamento (mas isso não era regra geral), porque os noivos já estavam comprometidos pelo desponsatio, a partir do qual a noiva se tornava responsabilidade do marido e se mudava para o novo lar.
King size é fichinha
Um único leito não servia apenas ao casal, mas também a filhos, irmãs e irmãos, amigos, criados a serviço de um mesmo senhor e até desconhecidos, se calhasse. Ou seja, era cama famliar e não de casal, o que causava grandes preocupações morais. Cortinas podiam isolar a área destinada ao senhor. Quem tinha mais riqueza e poder, mantinha seus criados íntimos numa caminha à parte ou num quarto vizinho.
Quarto das damas
As mulheres de uma casa viviam confinadas e vigiadas, encerradas no quarto das damas, onde estavam sempre ocupadas para não pensarem em bobagem. O senhor tinha acesso a este quarto, para uma espécie de relax. Pensou em sacanagem? Que nada. Elas faziam cafuné e tiravam-lhe piolhos, por exemplo. Outros homens podiam entrar para divertimentos como canto e leitura, mas somente se fossem escolhidos pelo dono da casa. À prova de sexo, porém, o quarto das damas não era: rolava entre as mulheres mesmo.
Sem dar bandeira
Encontros amorosos e sexuais aconteciam no meio dessa balbúrdia familiar vigiada, mas a regra era a discrição absoluta, porque a preocupação com a honra do senhor era a grande obsessão e dependia do comportamento da mulherada da casa. O que rolava era escondidinho, nos cantos, no porão, no celeiro, no pomar…
Desonra que vem a calhar
Um escândalo poderia ser bem vindo, porém, quando um homem queria se livrar de uma esposa infértil ou quando havia risco de uma irmã reclamar herança, por exemplo. Daí, a malfeitora era denunciada pelo dono da casa, expulsa, castigada e até mesmo queimada viva.
Raptada, pero no mucho
O rapto de solteiras ou casadas era corriqueiro até o século XII. Frequentemente, era feito com a concordância da mulher ou instigado por ela. Tratava-se de um modo de fazer valer a vontade dos pombinhos contra um casamento arranjado ou um meio de uma mulher se livrar de um marido que a maltratava. Havia muito de encenação e ritual no rapto; posteriormente, a união era aceita como fato consumado. Exemplo: Eleonor de Aquitânia, mãe de Ricardo Coração de Leão, era casada com o rei de França; foi sequestrada por Henrique Plantageneta, e o casal reinou na Inglaterra.
Preliminares medicinais
Lá pelo século XV, os médicos italianos relacionavam a boa gravidez ao desejo da mulher e recomendavam que os homens caprichassem nas preliminares para que fossem “desejados ardentemente”. Recomendavam que tocassem as esposas “com a boca, com as mãos”. Na mesma época, a sodomia conjugal difundiu-se amplamente entre as cidades toscanas.
Cabeleira obrigatória, porém coberta
Os cabelos longos eram obrigatórios para as mulheres; porém, como as longas madeixas tinham grande poder erótico, deveriam sempre ser trançadas. Além disso, todas as mulheres que não fossem prostitutas, nem meninas ou que se arriscassem a sair à rua, bem como as casadas quando saíam do quarto, deveriam cobrir as tranças com touca.

SEXUALIDADE NA ANTIGA GRÉCIA


Hoje eu estava bisbilhotando alguns blogs e achei esse aqui com matérias bem interessantes
http://malvamauvais.wordpress.com, sobre o sexo na antiga Roma, Grécia antiga e idade média.
Bah o que vinha na minha cabeça era só a Grécia quando pensava em orgias das antigas (hahaha) ai li essa matéria da Malva e me diverti aprendendo um pouquinho (não lembro se aprendi isso no colégio ) e rindo de como era feito a função toda sexual ,os caras são sem noção mesmo ,mas tudo ok até ae! No sexo e na guerra vale tudo!!! Achei bem interessante que naquela época não tinha tanto preconceito sobre homossexualismo (como mamãe sempre fala: ninguém tem que se meter na sexualidade alheia, cada um tem o seu e dá pra quem quiser.) sadismo, fetiches e bla.. Achei legal que quando era a hora do sexo era libera geral hahaha e que na Grécia as tias do comércio tinham até vibradores para suas danças eróticas J gostei disso, e não era um tabu como é pra muitas hj enfim ...

Gente e na antiga Roma que bafo era aquele de não tirar a virgindade na first night da garota com o marido? Akkkkkk é cômico! Mas ae apoderar-se do toba da moça podia né? Hahaha tranquilo... e desde de quando pra ser macho tem que ser ativo?? Nossa o machismo pegou ali né ... as amigas gays deveriam ter feito protesto na época hihihi.

Idade media.. o que falo sobre isso ...hmmm fuck off people! Só porque os padres não ‘’transavam’’ ninguém podia gozar? Dá onde? Corpo feminino, território do pecado? hmm pode ser hihihih. Está ae o motivo que inventaram a king size –eu acho né- pra família inteira putiar em cima!!  Bora galera! Egoísmo 0% ahahhaha
Agora só não entendo como chegou esse ‘’puritanismo ‘’ na sociedade, alguém pode explicar a real da real! É ridículo, homofobia? Sexo com tabu? Fetichista? Pessoas doentes e etc ...
Enfim, eu tenho minha opinião, achei bem divertida a antiga Grécia, e é isso galera! Vou postar as matérias!

 Agora, é a vez de invadir a intimidade dos gregos.
Quando se junta “sexo” e “Grécia antiga”, automaticamente vem à cabeça de muita gente a velha crença de que os gregos eram todos chegados em traçar garotinhos.
Esse é um dos grandes equívocos perpetuados pela história.
As informações abaixo foram recolhidas do livro “Amor, Sexo e Casamento na Grécia Antiga”, de Nikos Vrissimtzis. Referem-se basicamente aos atenienses da elite e algumas de suas afirmações, como a total submissão da mulher na antiguidade grega, são questionadas por outros autores. E, cá entre nós, na vida cotidiana as coisas nunca são tão simples quanto nas páginas dos livros, némesmo?
SER PASSIVO ERA VERGONHOSO
A homossexualidade masculina entre dois homens adultos era inaceitável socialmente, o que não quer dizer que não existia. Tal como no caso dos romanos, o passivo era o alvo da condenação  e da vergonha, porque ser penetrado remetia a um papel feminino de submissão (e a sociedade grega era tremendamente machista). Aliás, entre as piores ofensas que se poderia fazer a um cidadão estavam “depravado” e “ânus largo”.
PEDERASTIA NÃO TINHA NADA A VER COM SEXO
Há uma tremenda confusão a respeito da pederastia entre os gregos, que mereceria uma postagem específica, por ser cheia de sutilezas e regras. A pederastia não tinha nada a ver diretamente com homossexualidade nem com pedofilia, do modo como as entendemos atualmente. Era uma ligação de afeto de um homem adulto livre e da elite por um garoto, que tinha função pedagógica na formação de um cidadão da aristocracia. É claro que às vezes rolava sexo e paixão, mas nem por isso a prática era aceita socialmente ou tolerada pelo Estado. Seria inaceitável submeter um filho de família importante à penetração, por exemplo, porque era considerada um ato de violência. Fosse na vagina, no ânus ou na boca, só às mulheres a submissão de serem penetradas seria apropriada.
DILDO, PRODUTO DE EXPORTAÇÃO
As gregas usavam um pênis artificial feito de couro macio, o ólisbos, fabricado na próspera cidade de Mileto e exportado para várias regiões. Não se sabe se o dildo era usado nas relações homossexuais femininas, mas com certeza era usado pelas hetairas, prostitutas de luxo, durante suas apresentações de danças eróticas nos banquetes.
SURUBA SÓ NOS BANQUETES
Hetaira dançando com dois dildos
Falando nos banquetes, a partir do século VI a.C. começaram a aparecer nos vasos e relevos cenas de orgias com sexo oral, anal, ménage à trois, sado-masoquismo, envolvendo homens adultos e hetairas.
Essas surubas não eram amplas, gerais e irrestritas; ao contrário, eram praticadas nos banquetes, no meio da bebedeira, e tinham lá suas regras. Por exemplo, não há uma única cena de homossexualismo e nos chegou apenas uma única cena de um homem fazendo sexo oral em uma mulher.
ESTUPRO DAVA MULTA
Mulheres e crianças, fossem livres ou escravas, eram protegidas do estupro por lei. O agressor pagava multa duplamente, à vítima e ao Estado.
CIRCUNCISÃO ERA MAL VISTA
A circuncisão era considerada grotesca e vergonhosa por gregos e romanos. Os romanos tinhas até um “apelido” mimoso para estrangeiros circuncidados: “esfolados”.
PROSTÍBULOS PAGAVAM TRIBUTO
Os primeiros prostíbulos “oficiais” foram instituídos em Atenas por Sólon, que usou os tributos recolhidos para construir um templo para Afrodite Pandemia, deusa que velava pela prostituição. A idéia era deixar o sexo à disposição dos jovens para preservar as mulheres respeitáveis do adultério.
Essa prostitutas comuns eram escravas, ex-escravas, estrangeiras livres e meninas abandonadas pelos pais, bem como filhas de prostitutas. Era crime alguém incitar uma mulher ateniense à prostituição, bem como vender filhas ou irmãs que fossem cidadãs atenienses. Em grego, a palavra “prostituta” é pórne, que significa “aquela que está à venda”. Daí derivam as palavras “pornografia” e “pornográfico”.
HAVIA PROSTITUIÇÃO SAGRADA
Na rica cidade de Corinto, havia a prostituição sagrada, prática que vinha de sociedades agrárias. As servas sagradas pertenciam a templos dedicados à deusa do amor por toda a vida. Sua função era fazer sexo com quem pagasse, sendo que o dinheiro ficava para o templo. Acreditava-se que assim estaria garantida a fertilidade das mulheres e da terra. Num templo de Afrodite havia mais de mil servas sagradas. E era um serviço caro.

HETAIRAS, AS GUEIXAS DOS GREGOS
As hetairas eram prostitutas de luxo, consideradas companheiras dos homens nas ocasiões em que esposas, filhas e irmãs eram excluídas, devido à rigidez dos costumes em relação às mulheres.
Aliás, ao contrário das hetairas, esposas, filhas e irmãs de cidadãos livres eram pouco instruídas. As prostitutas de luxo eram belas, educadas, tocavam instrumentos musicais e dançavam.
Muitas acompanhavam os debates filosóficos com perspicácia e competência e algumas foram companheiras e/ou discípulas de filósofos, políticos e pessoas influentes. Eram tremendamente bem pagas, viviam em mansões e acumulavam fortunas. Sua origem, porém, era a mesma das prostitutas comuns.
SAFO DE LESBOS NÃO ERA LÉSBICA
Não há indícios de que Safo, atualmente considerada quase que a sacerdotisa do amor homossexual feminino, fosse lésbica, a não ser que usemos a palavra para desginar sua origem (a ilha de Lesbos). A poesia de Safo nos chegou de forma muito fragmentária, mas sabe-se que fazia poemas em homenagem a cada aluna que entrava ou saía da escola para meninas que mantinha (ao contrário do restante da Grécia, havia uma relativa liberdade para mulheres naquela região). Esses fragmentos de poemas podem ter dado origem à crença de que Safo tinha relacionamentos amorosos com mulheres, mas ela também escreveu sobre solidão, velhice, amor e separação. O que se sabe é que Safo foi casada, provavelmente teve uma filha e se matou por causa da rejeição de um homem.

Agosto mês do cachorro louco!



Agosto mes do cachorro louco!?!?
Com certeza você já ouviu falar que o mês de agosto é chamado de “Mês do Cachorro Louco”, não é mesmo? Mas você sabe o motivo para esse apelido tão carinhoso para o mês que acabou de começar?


Qual é a verdade dessa lenda, supertição ou bla e bla ??



Bhe : Sempre ouvi falar que o mes de agosto é mês do cachorro louco e pensava num dog muito doido lol ,mas até hoje pensando bem eu nao sei qual é a definição para ''tal acontecimento'' . A minha mãe fala e ri ainda por cima que o mes de agosto é o mes que os cães ficam loucos !! tipo como asssssiim?? um cachorro louco?
cômico certo?

então resolvi fazer umas pesquisas e tals ,vi e li muitas coisas meio que nada a ver... mas vamos lá!

primeiro perguntei para alguns amigos ...





Sonia M :...
bah
deixar eu pensar..
na real quando estava no colegio eu ouvi falar que aconteceam diversos fatos historicos em agosto
pelo mundo
ha buatos que acontece mtas coisas negativas...por ai

Vana T: pq agsto e o mes do  desgsto.


Johnny C : todo mes eh omes do mad dog

Tati M:   ahahhah também. eu acho que é aquele mês depois do frio, longe ainda do fim do ano, que o povo já tá meio louco mesmo  -----Como eu ja imaginava,essa pessoa responderia algo muito louco,rsrs!

Cristina L : hahahahahhahah
não tenho a minima ideia
mas vamos digita no google!!!! hahahahahah

Gustavo C :  não é pra lembrar da vacinação dos animais?

BHe: essa é tua resposta?
pensa bem aushaushushsa ( tentando influenciar)

é sim XD
que eu soubesse era por causa da vacina . ------ Ganhou na resposta! Parabéns rsrs

Ricardo S :  eu acho que é questão de superstição
mas nao consigo imaginar alguma razão em específico .


Agora vamos ver qual é da coisa!

historias ...

no Brasil, com a influência dos portugueses, essa crença chegou e se espalhou. Daí o dito popular “Casar em Agosto traz desgosto”.  E tem também aquela onda de que os cachorros contraem a Raiva nesse mês. Daí o nome de “mês do cachorro louco“.
Na Argentina muitos deixam de lavar a cabeça em Agosto porque acreditam que isso chama a morte. E na África o dia 24 de Agosto é o chamado “dia em que o Diabo anda solto” – dia de todos os exús
Na França o mês é maldito pois em 24 de Agosto de 1572 Catarina ordenou o massacre de São Batolomeu, matando de dezenas de milhares de pessoas.
Na Polônia, em 14 de Agosto de 1831 os poloneses foram derrotados pelos russos na revolta de Varsóvia, que também matou muita gente. Por isso a galera não gosta do mês de Agosto.
No Marrocos, em 14 de Agosto de 1844 a França invadiu o país; No Cambodja, em 11 de Agosto de 1863 a França tomou a nação; Na Alemanha, em 3 de Agosto de 1932 Hitler assumiu o governo alemão após a morte de seu antecessor; Na China, em 8 de Agosto de 1937 o Japão invadiu Pequim; No Japão, nos dias 6 e 9 de Agosto de 1945, as cidades de Hiroshima e Nagazaki foram destruídas por bombas atômicas.



O que mais tem findamento sobre pesquisas ..  Sabe Deus agora hehehe

Na noite de 6 de junho de 1885, a vacina anti-rábica foi aplicada
pela primeira vez em um ser humano, através do trabalho de
Pasteur. Após todos estes anos,  mantém-se latente em meio a
população dúvidas em relação a raiva, uma doença muitas vezes
confundida com lenda. A idéia que todos reproduzem é que agosto
é o mês do "cachorro louco".
Para o veterinário Antonio de Oliveira Lobão, o vírus da raiva pode
atingir os cães em qualquer época do ano. A fama de que agosto é
um mês onde os casos se acentuam tem do ponto de vista médico,
certo fundamento. Segundo Lobão, durante os meses de maio,
junho e julho, é verificado maior incidência de promiscuidade entre
os animais, ocasionando brigas entre eles.
Estas agressões estariam relacionadas com a difusão do vírus da
forma mais extensa, culminando no mês de agosto  - o vírus
geralmente permanece incubado de 14 a 60 dias.